A Fronteira

Versão original em Thulean Perspective por Varg Vikernes. Tradução por Tarik Serra.

Você deve saber que todas as nações são construções artificiais. Não há nada de natural nelas. Na maioria dos aspectos, você não tem mais em comum com outros cidadãos da sua nação, do que você tem com muitos de outra nação.

A família é uma unidade natural. Você tem uma ligação biológica direta com todos os membros da sua família.

A parentela (alias a família maior) é uma unidade natural. Você tem ligação biológica direta com a maioria dos seus parentes, e os outros parentes, pelo menos caridade, apóie e viva por todos aqueles que você tem ligação biológica direta.

A tribo era uma unidade natural. Todos os membros da tribo poderiam traçar suas linhagens de volta para o mesmo progenitor.

A raça (alias subespécie) é uma unidade natural. Você tem ligação biológica direta com todos os membros da sua raça também. A ligação é mais fraca que a dos membros de família e parentes, mas ela ainda está lá.

A espécie é uma unidade natural. Você tem uma ligação biológica direta com todos os membros da sua espécie também. A ligação é mais fraca do que a dos membros de família, parentes e indivíduos da sua própria raça, mas ela ainda está lá.

A nação muitas vezes entra em conflitos com as unidades naturais: homens jovens são muitas vezes mandados para matar e morrer não para defender suas famílias ou parentelas, mas para defender a nação, e muitas vezes eles lutam contra aqueles que pertencem as suas próprias unidades naturais quando o fazem. Os interesses da nação vem á custa dos nossos interesses naturais.

Então nós geralmente (quando a guerra entre nações começa) matamos nossos irmãos e irmãs raciais, de modo que a construção artificial chamada nação possa prosperar, e continuar quebrando e lutando contra as unidades naturais. Quando nós lutamos pela nossa própria destruição. Nós lutamos contra os nossos próprios interesses.

Quando a próxima guerra vier, por favor lembre-se disso. Quando você olhar pela mira de ferro e avistar um homem que se parece com você, vestindo o uniforme da nação ‘inimiga’. Ele é um homem da sua raça; sua unidade. É do seu interesse que ele sobreviva mais do que qualquer nação nesse planeta.

Trabalhe apenas para a sua unidade natural. Sempre.

Salve os deuses! Saúde e Alegria!

Sobre o Islã na Europa

Publicado originalmente por Varg Vikernes como “About Islam in Europe“, em Thulean Perspective. Tradução por Tarik Serra.

Muitos europeus vêem o Islã como uma ameaça, e portanto se jogam nos braços daquilo que vêem como uma única alternativa para este, isto é, o Cristianismo.De repente eles começam a falar sobre ‘os nossos valores cristãos tradicionais’ e a ‘nossa herança cultural cristã’ e assim por diante, rejeitando o Islã como uma religião imigrante – e uma ameaça.

Na realidade o Cristianismo é uma religião imigrante também – e uma ameaça para os nossos valores tradicionais europeus e herança cultural. Cristianismo prevaleceu aqui na Europa por volta do ano 500 – 1300, substituindo nossa religião europeia (o que nos disseram…)

Agora, imagine que o Islã tivesse prevalecido aqui na Europa, e que todos nós nos tornamos muçulmanos, como uma vez (supostamente) nos tornamos cristãos.

Então depois de algum tempo, digamos milhares de anos, uma nova religião é criada por alguém no Oriente Médio, e de repente os europeus vão começar a falar dos ‘nossos valores tradicionais muçulmanos’ e a ‘nossa herança cultural muçulmana’… Eles defenderão o Islã contra essa nova ameaça, assim como os cristãos hoje defendem o Cristianismo (sim: eles não defendem a Europa, e sim o Cristianismo) do Islã.

Eu acho que nossos antepassados, que lutaram, mataram e morreram defendendo a Europa e a nossa religião (assim chamado ‘Paganismo’) dos cristãos e sua religião estrangeira, sacudiriam suas cabeças em desespero, tivessem visto como os europeus hoje abraçam o Cristianismo como ‘nossa’ religião e melhor solução para o Islã.

Que diferença faz se você chama o ‘Deus’ estrangeiro que você adora de Jeová ou Alá? Que diferença faz se o seu ‘salvador’ é algum judeu rebelde ou um árabe profeta? Isso é em todo caso uma religião estrangeira, alheia da sua natureza europeia.

Nós não somos ‘cristãos’ nem ‘muçulmanos’. Nós somos Europeus, e nós temos nossa própria herança cultural. Nossos próprios valores. Nossas próprias leis. Nossos próprios ideais. Nossa própria religião.

Todas as religiões estrangeiras são alheias para nós e para o nosso espírito europeu. E tanto o Cristianismo e o Islã são religiões estrangeiras.

Salve as divindades europeias! Saúde e Alegria!

 

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